Nova Friburgo, 1991
A palavra "Inconsciente", tanto e tão descuidadamente usada, banalizou-se a tal ponto que leva a crer que quem a usa sabe perfeitamente do que está falando. O Inconsciente, então, parece ter se tornado conhecido, parece que sabemos o que é, onde está, o que tem dentro, como se divide e subdivide... ledo engano.
Carl Gustav Jung não cansou de chamar a atenção para o importantíssimo fato de o Inconsciente ser precisamente Inconsciente, isto é, Desconhecido. Chega a causar surpresa que algo tão óbvio merecesse um tal cuidado.